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"Não podemos compactuar com esta campanha de difamação" diz MAAVIM

O Movimento Associativo De Apoio Às Vítimas Dos Incêndios De Midões (MAAVIM), concelho de Tábua, enviou em comunicado para a imprensa que estariam a ser alvos de uma "campanha de difamação".



Assim descrevem: "Depois das insinuações graves do sr. Presidente da Câmara de Tábua, no passado dia 27 de Outubro de 2022, acerca do MAAVIM, que demonstram uma ignorância contabilística do sr. Presidente, o Maavim tem simplesmente a dizer que tem as contas auditadas e entregues no Ministério Público e que não suscitaram qualquer dúvida conforme tem sido por vezes alimentado por alguns autarcas, explicando com este comunicado que os donativos em bens, conforme artigo 29° do Civa devem ser alvo de fatura que posteriormente estão refletidos no mesmo valor como donativo".

"Não podemos compactuar com esta campanha de difamação, quando o objetivo principal e prioritário deveria ser o do apoio à população e a todos os lesados".

"Embora a intenção seja a de minimizar a ação desta associação de apoio à população o facto está nas grandes alterações que foram feitas através da nossa ação, como o aumento dos apoios simplificados da agricultura, que passaram dos 1053€ elegíveis para 5000€, a aprovação de construção de habitações que estavam chumbadas e a ajuda direta a milhares de famílias entre outras. Mas como sempre referimos em primeiro lugar está o apoio a quem tudo perdeu, por falta de apoio das entidades responsáveis no dia, após o dia e ao longo dos anos".

"Foi sobretudo através da solidariedade e da ação de movimentos civis e voluntários anónimos que a maioria da população afetada foi ajudada. Infelizmente as afirmações falsas e difamatórias do Sr. Presidente do Município de Tábua, afetaram gravemente a integridade moral dos membros, associados, empresas e anónimos que ajudaram este movimento a apoiar as populações afetadas".

"Aliás, a própria obstrução ao Maavim é realçada pelo processo de atribuição de estatuto de utilidade pública que desde 2018 corre na AR, e ao qual o Município nunca respondeu acerca da atividade do Maavim, mesmo após deliberação em Assembleia Municipal de um voto de louvor".

"Posto isto, e visto que este tipo de difamação propositado é alvo de processo crime, o Maavim irá instaurar processo contra o Sr. Presidente do Municipio de Tábua por tais afirmações e declarações".


"Resta-nos reiterar, que não somos culpados, somos vítimas", adianta o mesmo comunicado do Movimento Associativo De Apoio Às Vítimas Dos Incêndios De Midões.


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