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Há 29 anos Meda de Mouros chora a morte de cinco crianças e uma professora no Rio Alva

Atualizado: 19 de jun. de 2022

Há 29 anos a Aldeia de Meda de Mouros vestia-se de luto, pela perda das suas cinco crianças acompanhadas pela professora, sobre as águas do Rio Alva.

O Rio Alva corre e ainda hoje deixa o sentimento de saudade, com a perda das cinco crianças acompanhadas pela sua professora, após uma visita de estudo sobre as margens do Rio Alva. Estava um lindo dia de sol quando aconteceu a pior das tragédias, de um momento para o outro uma aldeia inteira ficou praticamente sem crianças. Seis corpos afogados, seis vidas interrompidas.


A tragédia aconteceu a 17 de junho de 1993, no local de Vale Mioto. Crianças tinham entre os 3 e os 6 anos de idade.


As famílias naquele tempo ficaram entregues a si próprias, na ausência de apoio psicológico, a população deu alento às famílias enlutadas. Na aldeia, a Junta de Freguesia e a Câmara Municipal de Tábua ergueram um memorial no cemitério de Meda de Mouros.



Nas cerimónias fúnebres a igreja fez-se representar pelo Bispo de Coimbra, João Alves. No ano de 2007, a televisão SIC realizava uma reportagem "Renascer das Cinzas", 15 anos após esta tragédia.


"Porque a vida é como um rio que corre para o mar, violento às vezes, mas quase sempre sereno e imprevisível", terminou o jornalista Carlos Rico na sua reportagem SIC.




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